A Memória no processo criativo – Luís Alberto de Abreu e Dalila Teles Veras

“A Memória no processo criativo” foi o título de uma conversa entre o dramaturgo Luís Alberto de Abreu e a poeta Dalila Teles Veras que versou sobre o papel da memória nos seus respectivos processos criativos.

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O encontro fez parte da Ocupação SETENTA – A vida em verso de Dalila Teles Veras durante o mês de julho último na Livraria Alpharrabio. Uma noite muita fria de Inverno. Mas quem se importou?

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A interação com os presentes foi completa e a conversa seguiu noite adentro. Houve hora para o inicio, mas não houve como controlar o encerramento.

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registros fotográficos de Luzia Maninha

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Fiandeiras na abertura da Ocupação SETENTA

Sempre (ou quase sempre) refuto aquela já surrada frase, muito cara ao pessoal da área de comunicação que a atribui a Confúcio, ou seja, “uma imagem vale mais que mil palavras”. Mas ao ver essa profusão de imagens de Luzia Maninha, feitas na abertura da Ocupação SETENTA, que celebrou com uma série de atividades durante todo o último mês de julho, os 70 anos desta escriba, calo-me e deixo que as imagens falem (mil imagens devem falar mais do que algumas pobres palavras). Antes, porém, preciso agradecer, comovida, às meninas do grupo teatral Fiandeiras que costuraram meus textos numa apresentação repleta de lirismo e bem-querer. O agradecimento também a todos que ali compareceram, num abraço coletivo memorável para guardar na memória dos afetos. (dtv).

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Sábados PerVersos XVI – A Poesia feita por mulheres, junho 2016

Relato do Encontro de junho do Sábados PerVersos, por Conceição Bastos:

Em tempos de retrocessos – acredito que promover encontros e experiências, que fortaleçam alguma saúde nesse cenário sombrio de múltiplas doenças, pode ser importante…
No último sábado de Junho deu-se o feliz encontro entre o grupo do Sábados Perversos e representantes do Coletivo Tantas letras; finalizando um percurso de quatro encontros que tratou de Mulheres na literatura. Sendo dois deles de oficinas com propostas de releituras de poemas de autoras, o terceiro foi o Sarau oficial do Coletivo, com ênfase para as vozes femininas; e o quarto e último foi a conversa com a poeta Dalila Teles Veras

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que com o tema “ Mulheres na literatura: leituras e legados”, trouxe uma vasta bibliografia e o que as principais publicações de cada época apresentou de nomes femininos, dando destaque para as Antologias. Iniciando com a fase romântica, passando pela parnasiana, poetas bissextos contemporâneos, obras primas da lírica brasileira, Apresentação da poesia brasileira, Presença da literatura brasileira, Antologia Geração 45, antologia poética da geração 60 – alguns dos nomes que aparecem nessas antologias: Cecília Meireles, Francisca Júlia, Gilka Machado, Hilda Hilst, Renata Palottini, Eunice Arruda, Orides Fontela; e em 26 poetas hoje, ( estão 05 mulheres, dentre elas: Ana Cristina Cesar)
No roteiro apresentado para o desenvolvimento do tema, foi possível constatar o fato que motivou o começo dessa discussão: o número de mulheres, em todas as seleções e em tempos distintos, sempre foi muito menor que o dos homens.
A conclusão do percurso, com este último encontro, cumpriu mais uma etapa nessa tarefa de por em pauta as vozes femininas; bem como, a de promover leituras, fruição e diálogos;
e a tarefa continua…rs
Agradecimentos à Dalila, por compartilhar seu repertório de leituras, sua experiência, seu trabalho;
Agradecimentos à Leticia Mendonça, pela parceria;
Parabéns a todos os participantes!
Abraços! Conceição Bastos

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o registro fotográfico é de Luzia Maninha

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a _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _, Intervenção artística de Bruno Kurru no Alpha

Na apresentação da mostra, aberta ao público desde o dia 11.06.16, diz a curadora, Cristina Suzuki:
“Na nova etapa do Projeto Arte Contemporânea para o Alpharrabio, a artista visual Cristina Suzuki apresenta e faz a curadoria da mostra a _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _, de Bruno Kurru onde pintura, desenhos e plotagem se misturam ao ambiente utilizando as paredes do espaço como páginas ampliadas. O artista rompe com a leitura linear e propõe uma intervenção dos fragmentos de textos em um plano visual e outras relações possíveis no campo da escrita, como linguagem, e do espaço, como página.”

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Diríamos que a intervenção/provocação do artista nos leva ao desejo de preenchimento das lacunas, páginas propositadamente deixadas em branco. Uma sensação de que há ali palimpsestos a serem raspados, desvendados, revelados, camadas que e o tempo e todos os livros que rodeiam a proposta artística foram cobrindo.

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A sensação do incluso, do fragmento que aponta, a partir do próprio título, para algo maior que necessita do outro para completar-se.

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As imagens são de Luzia Maninha

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 13h00 às 18,30. Sábados, das 9h30 às 12h30. Até 06.08.16

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Sábado PerVersos – a poesia em questão XV, 28.05.16

O Projeto Sábados perVersos foi pensado (em 2014) para atender a reivindicação de frequentadores da Livraria Alpharrabio para um espaço de diálogo sobre poesia e poesia. Iniciado em Novembro daquele ano, chega à sua XV edição em 28.05.16. Costumo dizer trata-se de verdadeiro milagre reunir mensalmente um grupo de interessados em discutir e aprofundar conhecimentos sobre poesia, reuniões que chegam a durar horas (com os mais apaixonados que emendam com o almoço e o café da tarde), sempre com muito prazer estético. Não creio neles, os milagres, no sentido religioso do termo, mas que há, lá isso, há e este é um bom exemplo.

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Nesta edição a coordenação coube às poetas Deise Assumpção (uma das idealizadoras do projeto e inestimável colaboradora permanente) e Conceição Bastos, igualmente imprescindível para o bom andamento destas discussões.

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Trouxeram na manga dois poemas, Esquina dos dias, de Jurema Barreto de Souza, do livro Policromia e um excerto do poema A sinfonia do tempo – primeiro livro de Filosofia, de Daniel Mazza. Para aquecer a discussão, um trecho da entrevista de Alfredo Bosi que reflete sobre criação poética. O tempo foi a matéria (o tempo presente e os outros tempos.

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Imagens de Luzia Maninha

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Sábado PerVersos – A poesia em questão XIV – 30.04.16

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Em mais uma edição, a XIV, do já consolidado “Sábados PerVersos – A Poesia em questão”, tivemos oportunidade de ouvir o poeta Zhô Bertholini discorrer sobre a poesia na música, analisando criticamente com os presentes duas emblemáticas letras de música, “Sinal Fechado”, Paulinho da Viola e “Paciência”, Lenine / Dudu Falcão. Os poemas/letras foram contextualizados no seus respectivos períodos da história brasileira (1970 e 1999, respectivamente)

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Como sempre, a discussão foi animadamente aprofundada e avançou tarde a dentro, luz clara de outono a transformar o dia e o cotidiano menos árido e mais humano. O “milagre” em meio à dureza destes tempos. (dtv)

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O registro em imagens é, como sempre de Luzia Maninha.

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SerTÃOBrasil: das Veredas à Borda do Campo

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Mais uma manhã mágica de sábado na Livraria Alpharrabio.

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O espetáculo teatral “SerTÃOBrasil: das Veredas à Borda do Campo” antecedeu os autógrafos do livro do mesmo nome, com Leonardo Andrade & Mariana Leitão.

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Prosa boa, cantoria e muita poesia numa trama de “causos” e histórias de São Bernardo do Campo tecida no encontro do público com um antigo mestre vaqueiro das poeirentas estradas das Gerais e uma misteriosa moça bordadeira.

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Lirismo a serviço da boa causa da cultura brasileira.

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Trabalho sério para divertir e encantar, fruto de pesquisa e paixão

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E a prosa continuou entre um autógrafo e outro, um café e um pão de queijo

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Arte Contemporânea no Alpharrabio

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O Projeto Arte Contemporânea para o Alpharrabio, uma iniciativa da artista visual Cristina Suzuki, apresentará uma série de três exposições de jovens artistas dedicados à arte contemporânea no decorrer deste ano. No último dia 2 de abril teve início a primeira destas exposições: Grifos, de Alice Ricci, artista que utiliza basicamente o papel como suporte. Nesta exposição, além do papel, ela também exibe um jogo feito em madeira e dois desenhos sobre tela.

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Ao todo são 10 obras, sendo que uma delas é interativa, ou seja, pode ser manipulada pelos visitantes possuindo um sentido lúdico.

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Uma roda de conversa levantou pontos interessantes sobre as propostas artísticas, pela artista, pela curadora

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bem como pelo público presente.

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A exposição ainda pode ser visitada (segunda a sexta-feira, das 13 às 19h e sábados das 9,30 às 13h) até o dia 04.06.16
As imagens são de Luzia Maninha

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Uso indevido de imagens da Livraria Alpharrabio – registro de caso

No dia 13 do mês em curso, compartilhamos em nossa página do Facebook um vídeo institucional, editado pelo CAV – Centro de Audiovisual da Secretaria de Cultura de São Bernardo do Campo, SP, que divulgava um edital dirigido a escritores da cidade de SBC, no qual foram utilizadas indevidamente diversas imagens e tomadas internas da Alpharrabio Livraria que, como é do conhecimento público, está estabelecida na cidade de Santo André há 24 anos e referência cultural regional. Além de não termos sido consultados nem recebermos nenhum pedido de autorização para veiculação das imagens, destacamos o fato, no mínimo estranho, de que não havia ligação alguma entre as imagens e o áudio, ou seja, o áudio falava de um edital dirigido para escritores daquela cidade e exibia imagens de um espaço particular de outra cidade. Nada ali justificava o uso das imagens. Ao constatar a repercussão do caso na rede social, a Secretaria de Cultura houve por bem retirar o vídeo do ar, levando, automaticamente, o nosso post e as dezenas de comentários deixados ali pelos internautas.

Após a retirada do Vídeo, a Secretaria de Cultura de SBC publicou a seguinte nota em sua página no Facebook:

“Em razão das recentes manifestações que denunciam a utilização indevida de imagens da livraria Alpharrabio em peças de divulgação dos editais públicos da Secretaria de Cultura de São Bernardo do Campo, temos que esclarecer o seguinte:
A Prefeitura de São Bernardo do Campo, por meio da Secretaria de Cultura, assinou um termo de cooperação com a TVT para a produção de conteúdos culturais/audiovisuais pelo Centro de Audiovisual (CAV). Por esse instrumento, o CAV detém o banco de imagens cedido pela TVT, podendo utilizá-lo em peças de divulgação, como as referidas. As imagens que pertencem a TVT são concedidas por Termo de Autorização de Uso de Imagem e Voz assinado por vários concedentes, inclusive a livraria Alpharrabio, que autorizou, em 3 de junho de 2015, a utilização das imagens pela emissora estendida a terceiros, conforme trecho que reproduzimos a seguir: “Utilizar e explorar OBRA, por si ou por terceiros autorizados, por todos os meios de processos conhecidos e em todos os meios e modalidades de utilização praticadas costumeiramente no mercado audiovisual, como, exemplificativamente, TV aberta e fechada, home video, video on deman, internet, cinema e festivais, com finalidade comercial ou não”. Embora a autorização da Alpharrabio a TVT alcance inclusive a cessão de imagens para peças publicitárias comerciais, esta Secretaria usou as mesmas para uma campanha gratuita de divulgação do seu pacote de editais públicos, que são responsáveis pela valorização da produção cultural local, regional e nacional, em especial: Criação Literária e Saraus Culturais. Embora ciente de que estamos juridicamente amparados e que a utilização deste material nada deprecia a imagem desta livraria, diante dos protestos veiculados na rede, decidimos pela retirada do material que será em breve substituído.”

A título de Esclarecimento, publicamos o texto abaixo, também na nossa página do Facebook, reproduzindo-o aqui, como registro e, inclusive, para que possa ser consultado quando necessário:

Alpharrabio, direito de imagens e encerramento do assunto:
Sobre o episódio da veiculação indevida de imagens da Livraria Alpharrabio em peças institucionais da Secretaria de Cultura de São Bernardo do Campo, aqui denunciado e largamente discutido, foi publicado na página oficial daquela secretaria aqui no FB a nota que vai transcrita ao final deste texto.
Sobre a mesma, sublinho o seguinte:
A alegada autorização à TVT para o uso daquelas e de outras imagens, deu-se dentro de outro contexto, ou seja, quando fomos procurados para uma reportagem sobre o papel cultural da livraria Alpharrabio que foi levada ao ar naquele canal televisivo. Diz a boa fé (ao menos a minha) que ocorra a alguém (a mim não ocorreu), no ato da assinatura de um documento de cessão de imagens, nestas circunstâncias, ir até aquelas letrinhas miúdas que dizem: “Utilizar e explorar OBRA, por si ou por terceiros autorizados, por todos os meios de processos conhecidos e em todos os meios e modalidades de utilização praticadas costumeiramente no mercado audiovisual, como, exemplificativamente, TV aberta e fechada, home video, video on deman, internet, cinema e festivais, com finalidade comercial ou não”, cláusula de que se vale a nota da Secretaria para justificar o ocorrido.
Foi o que aconteceu. Assinei, provavelmente em junho de 2015 (houve outras reportagens anteriores daquela TV sobre a Livraria) tendo em mente que as mesmas serviriam para aquela reportagem e outras que viessem a acontecer e que tivessem a mesma finalidade, ou seja, divulgar o espaço e as atividades culturais.
Este caso de agora, a utilização de parte daquelas imagens pela Secretaria de Cultura, dá-se num outro contexto, ou seja, “ilustrar” a divulgação de um edital público dirigido (dizia o áudio) “a escritores da cidade de São Bernardo do Campo”, mas que, paradoxalmente, exibia imagens de espaços de outra localidade, sem qualquer crédito dos mesmos.
Imagens da Livraria Alpharrabio podem ser encontradas aos milhares no espaço virtual. Trata-se de um espaço particular, mas que, pelo caráter e relevância das atividades ali desenvolvidas (debates, exibição de peças, exposições artísticas, lançamentos de livros, discussões sobre políticas públicas da cultura, patrimônio cultura, dentre muitas outras), sempre gratuitas, ao longo de 24 anos, tornou-se verdadeiramente um espaço de referência e utilidade pública. Esta é a primeira vez, entretanto, que essas imagens são tristemente utilizadas sem o devido crédito, justamente por quem mais teria obrigação de fazê-lo, o Poder Público.
Assim, dou por encerrado o assunto, dizendo que, mais do que uma questão legal, fica aqui configurado, com forte simbolismo, um episódio anti-ético, verdadeiro desserviço às questões culturais, justamente por quem delas mais se preocupou, mais as discutiu, mais as fomentou. dalila teles veras

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Sábado PerVersos – A Poesia em Questão XIII

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Este XIII encontro de “Sábados PerVersos – A Poesia em Questão”, projeto de leitura crítica de poesia, que ocorre mensalmente desde o final de 2014, contou com a coordenação de Dalila Teles Veras que levou poemas de Luiza Neto Jorge (1939-1989, Lisboa), poeta portuguesa ligada ao chama Poesia 61. Para contrapor e estabelecer diálogos e leitura crítica, poemas de Conceição Bastos, autora de “Uma Mulher em Rota de Chuva” (Ed. Dobra, SP), ligada ao movimento Tantas Letras, de SBC, assídua frequentadora e colaboradora destes encontro, presente nesta ocasião e cuja linguagem poética, inclusive pelo rigor, muito dialoga com a da poeta portuguesa.

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Textos críticos de Gastão Cruz (o crítico do próprio Poesia 61) e de Jorge Fernando da Silveira, brasileiro estudioso dessa importante geração da moderna poesia portuguesa, também foram lidos e discutidos.

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Afinal, uma vez mais, deu-se o “acontecimento” de reunir, em torno de uma “távola”, 10 pessoas, todas interessadas em discutir criticamente a poesia. Tem sido assim nas 13 vezes em que se deu o Encontro. Verdadeiro milagre. Viva! (dtv)

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O registro fotográfico, como sempre, esteve a cargo de Luzia Maninha.

Nota: A revista Poesia61 que originou a geração do mesmo nome, foi editada, em Faro, por cinco poetas e reunia uma plaquete de cada um deles: Casimiro de Brito, “Canto Adolescente”; Gastão Cruz, “A Morte Percutiva”; Fiama Hasse Pais Brandão, “Morfismos”; Maria Teresa Horta, “Tatuagem” e Luiza Neto Jorge, “Quarta Dimensão”.

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