(A)massa crítica – performance de Mariana Vilela

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O projeto “Arte contemporânea para o Alpharrabio”, idealização e curadoria de Cristina Suzuki, em sua terceira etapa, promoveu a performance de Mariana Vilela “(A)massa crítica”.

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Pão, livros, leitura… Arte. A performance de Mariana Vilela no Alpha, reuniu esses elementos e remeteu a memórias gustativas ancestrais.

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a manhã de sol e frio, o pão e as leituras ininterruptas, levedura e alimentos, duras horas e meia de espera e fruição.

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Pão com manteiga, pão com conversa, pão com conversas, pão com arte… PÃO para todas as fomes

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Ao final, fomes mitigadas, a conversa, retomando as leituras.

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Imagens: Luzia Maninha

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Perto do coração o mar se levanta, novo livro de Conceição Bastos

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A noite fria de agosto não atrapalhou nem um pouco, pelo contrário, aconchegou ainda mais o clima fraterno e as muitas conversas no bate-papo em torno do novo livro de Conceição, “Perto do coração o mar se levanta”

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Após a conversa, os autógrafos:

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Após os autógrafos, o brinde (para aquecer e aconchegar ainda mais)

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“Os poemas de Conceição Bastos são como veios abertos escarafunchando memórias próprias e alheias. Perto do coração o mar se levanta estabelece um diálogo muito delicado com Diário de uma mulher em rota de chuva, livro de estreia de Conceição. Se ali a forma de falso diário provocava o mergulho na intimidade ensaiada, ficcional, de uma fala em busca de personagem, agora os poemas são a persona de uma dicção que se desnuda nas páginas, em suas múltiplas facetas.” escreveu o poeta Reynaldo Damazio, também seu editor, na apresentação do livro.

Registro fotográfico de Luzia Maninha

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Lançamento do livro SETENTA anos, poemas, leitores encerra Operação SETENTA

O lançamento do livro SETENTA anos, poemas, leitores, de Dalila Teles Veras (Alpharrabio Edições), integrou as atividades da Ocupação SETENTA, transcorrida durante o mês de julho de 2016, na Livraria Alpharrabio, em Santo André, SP.

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Trata-se de uma antologia de poemas escolhidos por 70 convidados, escritores e amigos da escritora, dentre os quinze títulos de poesia publicados por Dalila ao longo de trinta e quatro anos,
A “Ocupação SETENTA – a vida em verso de Dalila Teles Veras”, levada a cabo durante todo o mês de julho de 2016, comemorou os 70 anos de Dalila Teles Veras através de um conjunto de atividades que celebraram, através de palestra, exposição, intervenção cênica e lançamento de livro, não só uma trajetória de dedicação à palavra escrita, iniciada há mais de três décadas com a publicação do primeiro livro, como também as relações de amizade e comunhão, exercitadas ao longo de seu percurso como escritora, animadora e ativista cultural.

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Poetas/leitores/amigos durante a leitura dos poemas escolhidos

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Escolheram os poemas da Antologia:
Adélia Nicolete, Alberto Bresciani, Alice Agrela Teles Veras, Álvaro Alves de Faria, Antonio Possidonio Sampaio, Carlos Augusto Lima, Carlos Felipe Moisés, Carlos Lotto, Carlos Machado, Carolina Agrela Teles Veras, Cláudio Feldman, Cláudio Giordano, Conceição Bastos, Constança Lucas, Damara Bianconi, Daniel Brazil, Deise Assumpção, Demétrios Galvão, Edson da Silva (Agreste), Efigênia Teles Veras, Eliane Teressam Ferro, Fabiano Calixto, Fernando Fiorese, Filipe Teles Veras Vicente, Hélio Neri, Hugo Pontes, Hugo Vespucci (Guedo Gallet), Irene Lucília Mendes, Isabel Ferreira, Isabela Agrela Teles Veras, Joaquim Branco, Joaquim Celso Freire, José Armando Pereira da Silva, José Carlos Vitor dos Santos, José de Sousa Martins, José Manuel de Jesus Agrela, José Marinho do Nascimento, José Rodrigues de Paiva, Julio Mendonça, Jurema Barreto de Souza, Lenir Viscovini, Luís Alberto de Abreu, Luiz Roberto Guedes, Luzia Maninha, Manuela Machado, Márcia Borges, Margarete Schiavinatto, Margarita Olga lo Russo, Maria Buesa, Maria de Lourdes Hortas, Maria Floripes Olival Agrela, Maria Valéria Rezende, Mireille Lerner, Moreira de Acopiara, Neusa Borges, Reynaldo Damazio, Rosana Chrispim, Rosângela Vieira Rocha, Rubens Jardim, Rubervam du Nascimento, Sonia Regina Ramos, Sueli de Moraes, Suzana Kleeb, Tarso de Melo, Teresinha de Jesus Teles Veras, Valdecirio Teles Veras, Valdomiro Santana, Vania Teles Veras Nunes, Vilma Teles Veras, Zhô Bertholini

Uma manhã de comunhão e fraternidade

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o registro fotográfico é de Luzia Maninha, Alice Teles e Wilson Rodrigues

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A Memória no processo criativo – Luís Alberto de Abreu e Dalila Teles Veras

“A Memória no processo criativo” foi o título de uma conversa entre o dramaturgo Luís Alberto de Abreu e a poeta Dalila Teles Veras que versou sobre o papel da memória nos seus respectivos processos criativos.

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O encontro fez parte da Ocupação SETENTA – A vida em verso de Dalila Teles Veras durante o mês de julho último na Livraria Alpharrabio. Uma noite muita fria de Inverno. Mas quem se importou?

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A interação com os presentes foi completa e a conversa seguiu noite adentro. Houve hora para o inicio, mas não houve como controlar o encerramento.

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registros fotográficos de Luzia Maninha

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Fiandeiras na abertura da Ocupação SETENTA

Sempre (ou quase sempre) refuto aquela já surrada frase, muito cara ao pessoal da área de comunicação que a atribui a Confúcio, ou seja, “uma imagem vale mais que mil palavras”. Mas ao ver essa profusão de imagens de Luzia Maninha, feitas na abertura da Ocupação SETENTA, que celebrou com uma série de atividades durante todo o último mês de julho, os 70 anos desta escriba, calo-me e deixo que as imagens falem (mil imagens devem falar mais do que algumas pobres palavras). Antes, porém, preciso agradecer, comovida, às meninas do grupo teatral Fiandeiras que costuraram meus textos numa apresentação repleta de lirismo e bem-querer. O agradecimento também a todos que ali compareceram, num abraço coletivo memorável para guardar na memória dos afetos. (dtv).

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Sábados PerVersos XVI – A Poesia feita por mulheres, junho 2016

Relato do Encontro de junho do Sábados PerVersos, por Conceição Bastos:

Em tempos de retrocessos – acredito que promover encontros e experiências, que fortaleçam alguma saúde nesse cenário sombrio de múltiplas doenças, pode ser importante…
No último sábado de Junho deu-se o feliz encontro entre o grupo do Sábados Perversos e representantes do Coletivo Tantas letras; finalizando um percurso de quatro encontros que tratou de Mulheres na literatura. Sendo dois deles de oficinas com propostas de releituras de poemas de autoras, o terceiro foi o Sarau oficial do Coletivo, com ênfase para as vozes femininas; e o quarto e último foi a conversa com a poeta Dalila Teles Veras

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que com o tema “ Mulheres na literatura: leituras e legados”, trouxe uma vasta bibliografia e o que as principais publicações de cada época apresentou de nomes femininos, dando destaque para as Antologias. Iniciando com a fase romântica, passando pela parnasiana, poetas bissextos contemporâneos, obras primas da lírica brasileira, Apresentação da poesia brasileira, Presença da literatura brasileira, Antologia Geração 45, antologia poética da geração 60 – alguns dos nomes que aparecem nessas antologias: Cecília Meireles, Francisca Júlia, Gilka Machado, Hilda Hilst, Renata Palottini, Eunice Arruda, Orides Fontela; e em 26 poetas hoje, ( estão 05 mulheres, dentre elas: Ana Cristina Cesar)
No roteiro apresentado para o desenvolvimento do tema, foi possível constatar o fato que motivou o começo dessa discussão: o número de mulheres, em todas as seleções e em tempos distintos, sempre foi muito menor que o dos homens.
A conclusão do percurso, com este último encontro, cumpriu mais uma etapa nessa tarefa de por em pauta as vozes femininas; bem como, a de promover leituras, fruição e diálogos;
e a tarefa continua…rs
Agradecimentos à Dalila, por compartilhar seu repertório de leituras, sua experiência, seu trabalho;
Agradecimentos à Leticia Mendonça, pela parceria;
Parabéns a todos os participantes!
Abraços! Conceição Bastos

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o registro fotográfico é de Luzia Maninha

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a _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _, Intervenção artística de Bruno Kurru no Alpha

Na apresentação da mostra, aberta ao público desde o dia 11.06.16, diz a curadora, Cristina Suzuki:
“Na nova etapa do Projeto Arte Contemporânea para o Alpharrabio, a artista visual Cristina Suzuki apresenta e faz a curadoria da mostra a _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _, de Bruno Kurru onde pintura, desenhos e plotagem se misturam ao ambiente utilizando as paredes do espaço como páginas ampliadas. O artista rompe com a leitura linear e propõe uma intervenção dos fragmentos de textos em um plano visual e outras relações possíveis no campo da escrita, como linguagem, e do espaço, como página.”

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Diríamos que a intervenção/provocação do artista nos leva ao desejo de preenchimento das lacunas, páginas propositadamente deixadas em branco. Uma sensação de que há ali palimpsestos a serem raspados, desvendados, revelados, camadas que e o tempo e todos os livros que rodeiam a proposta artística foram cobrindo.

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A sensação do incluso, do fragmento que aponta, a partir do próprio título, para algo maior que necessita do outro para completar-se.

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As imagens são de Luzia Maninha

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 13h00 às 18,30. Sábados, das 9h30 às 12h30. Até 06.08.16

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Sábado PerVersos – a poesia em questão XV, 28.05.16

O Projeto Sábados perVersos foi pensado (em 2014) para atender a reivindicação de frequentadores da Livraria Alpharrabio para um espaço de diálogo sobre poesia e poesia. Iniciado em Novembro daquele ano, chega à sua XV edição em 28.05.16. Costumo dizer trata-se de verdadeiro milagre reunir mensalmente um grupo de interessados em discutir e aprofundar conhecimentos sobre poesia, reuniões que chegam a durar horas (com os mais apaixonados que emendam com o almoço e o café da tarde), sempre com muito prazer estético. Não creio neles, os milagres, no sentido religioso do termo, mas que há, lá isso, há e este é um bom exemplo.

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Nesta edição a coordenação coube às poetas Deise Assumpção (uma das idealizadoras do projeto e inestimável colaboradora permanente) e Conceição Bastos, igualmente imprescindível para o bom andamento destas discussões.

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Trouxeram na manga dois poemas, Esquina dos dias, de Jurema Barreto de Souza, do livro Policromia e um excerto do poema A sinfonia do tempo – primeiro livro de Filosofia, de Daniel Mazza. Para aquecer a discussão, um trecho da entrevista de Alfredo Bosi que reflete sobre criação poética. O tempo foi a matéria (o tempo presente e os outros tempos.

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Imagens de Luzia Maninha

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Sábado PerVersos – A poesia em questão XIV – 30.04.16

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Em mais uma edição, a XIV, do já consolidado “Sábados PerVersos – A Poesia em questão”, tivemos oportunidade de ouvir o poeta Zhô Bertholini discorrer sobre a poesia na música, analisando criticamente com os presentes duas emblemáticas letras de música, “Sinal Fechado”, Paulinho da Viola e “Paciência”, Lenine / Dudu Falcão. Os poemas/letras foram contextualizados no seus respectivos períodos da história brasileira (1970 e 1999, respectivamente)

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Como sempre, a discussão foi animadamente aprofundada e avançou tarde a dentro, luz clara de outono a transformar o dia e o cotidiano menos árido e mais humano. O “milagre” em meio à dureza destes tempos. (dtv)

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O registro em imagens é, como sempre de Luzia Maninha.

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SerTÃOBrasil: das Veredas à Borda do Campo

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Mais uma manhã mágica de sábado na Livraria Alpharrabio.

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O espetáculo teatral “SerTÃOBrasil: das Veredas à Borda do Campo” antecedeu os autógrafos do livro do mesmo nome, com Leonardo Andrade & Mariana Leitão.

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Prosa boa, cantoria e muita poesia numa trama de “causos” e histórias de São Bernardo do Campo tecida no encontro do público com um antigo mestre vaqueiro das poeirentas estradas das Gerais e uma misteriosa moça bordadeira.

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Lirismo a serviço da boa causa da cultura brasileira.

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Trabalho sério para divertir e encantar, fruto de pesquisa e paixão

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E a prosa continuou entre um autógrafo e outro, um café e um pão de queijo

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