(…)
Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!
(…)
Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser
pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.
Ary dos Santos
………………
Meu sempre presente Ary, certamente não se importará de eu utilizar a inteligente “construção” como resposta a tão belo e sentido registo de Maninha. Cumprimentos.
fiquei uns poucos dias exilada do blog e quando retorno, surpresa, afago, tanta poesia. Repito, a Maninha está me saindo mais poeta que muito poeta. É a poesia do olhar. O gesto contido, a palavra contida… um universo de delicadezas contidas no instantâneo. O punctum (é assim que se escreve?), como já bem o sabia Barthes e o bem sabe a nossa artista. O que se esconde mais se revela!
linda orquidea
lindas palavras
linda partilha
linda Maninha
linda Dalila
linda cidadania
abraços
Constança
(…)
Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!
(…)
Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser
pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.
Ary dos Santos
………………
Meu sempre presente Ary, certamente não se importará de eu utilizar a inteligente “construção” como resposta a tão belo e sentido registo de Maninha. Cumprimentos.
fiquei uns poucos dias exilada do blog e quando retorno, surpresa, afago, tanta poesia. Repito, a Maninha está me saindo mais poeta que muito poeta. É a poesia do olhar. O gesto contido, a palavra contida… um universo de delicadezas contidas no instantâneo. O punctum (é assim que se escreve?), como já bem o sabia Barthes e o bem sabe a nossa artista. O que se esconde mais se revela!