Do arquivo
Domingo, 13 de Julho de 2008Retirado do meu baú de inéditos, um velho poema (é de 1994) apropriado ao atual momento, com a melancólica constatação de que nada mudou ou quando eventualmente mudou mudou para ficar igual.
Campanha Política
Doar olhando a quem
eis o lema
:
estender a direita
receber com a esquerda
Jogo de amarelinha
sem purgatório
(o poder é o limite)
Na ciranda hipócrita
bodes fantasmas
expiam a […]