Ficcionistas, cronistas e poetas, concretos, românticos, experimentais e épicos, músicos, populares e eruditos, artistas visuais, acadêmicos, abstratos, pós-tudo ou, simplesmente, fruidores de arte e cultura, disseram presente, ontem, 17, à festa dos 17 do Alpha e, coisa rara nesta época, ainda foram brindados com um límpido céu, sem uma sombra sequer das pontuais borrascas próprias da época.
Surpresas, muitas. Os 117 exemplares do mimo (já agora, transformado em raridade bibliográfica) ofertado pelas incansáveis criadoras Fátima Roque e Luzia Maninha foi disputadíssimo pelas mais de 100 almas que por ali passaram, sedentas de trocas, afetos e cumplicidades. Símbolo, tudo é símbolo, proposital ou sincronicamente falando. Este, dentre os muitos fatos tocantes, poderíamos destacar mais este: Edgar, o romancista andreense residente em Americana, SP, não se fez de rogado e, ao lado de sua mulher Teresa, resolveu enfrentou os cerca de 120 km que separam as duas cidades, só para dizer “presente” e conferir os poemas “não rejeitados” pela autora em Retratos Falhados.
Alguns flagrantes, da lentes da sempre atenta Luzia Maninha que, entre outras funções, exerce também a de repórter fotográfica. Fico por aqui antes que isto se transforme em coluna social (argh!).
E.T.: Amanhã, quinta-feira, 19.02, a festa cultural prosseguirá, com a exibição do documentário de curta-metragem “Pau da Missa”, com a presença dos realizadores (maiores detalhes em: www.alpharrabio.com.br )
(dtv)





Dalila:Unavez más felicitaciones!! y Gracias!!ver las fotos y leer la crónica me permitió estar cerca, viajé con la ensoñación, reconocí a mis amigos y disfrute con ustedes. Salud Amiga!!!