Ainda na “ressaca” do dia 22, outra festa, da poesia, aconteceu hoje, 25. Enquanto as fotos da repórter Maninha não chegam, aí vão mais alguns flagrantes da outra, a de segunda-feira:
a certa altura, o “trânsito” totalmente congestionado, ninguém mais entra nem sai, só a palavra, o som..
O nó na garganta: Fernando di Lascio (de costas, com chapéu) propõe um minuto de silêncio pelas vítimas da tragédia na Ilha da Madeira… Dalila propõe que o ato se estenda a todas as outras vítimas dos quatro cantos do planeta conturbado…
mas estamos vivos (ainda que o mundo nos doa) e é preciso continuar… a palavra é do jovem artista, Eduardo Nunes que fala de sua timidez sem demonstrar timidez…
e a música volta a embalar a festa
e novamente… canções adentram a noite
filha de peixe… (família que canta unida, coral será…)
um tostão para quem adivinhar o que conversa a moça que inundou o recinto com flores (Viviane, da A Varanda, floricultura e paisagismo) com a amiga Penélope, enquanto o amado a enlaça… (e os lá do fundo tentam adivinhar?)
uma festa com essa energia “misturalista” de poetas performáticos, happers, cantores, percussionistas, dançarinos e tantos… e tantas… não deveria acabar… como não acabou (dtv)








“Sei que estás em festa, pá
Fico contente
(…)
Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor do teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar” (…)
E eu aqui, por dentro e tão fora dela, mas sempre presente, presente!!!
Que beleza ver todas essas fotos do evento por aqui! Registros de uma grande noite. Foi uma enorme honra participar e contribuir com a festa. Conheci o Alpharrabio há pouco tempo (o que não deixa de ser um absurdo…), mas já tenho certeza de que não haveria lugar melhor pra fazer minha primeira exposição.
Pessoas totalmente em sintonia com o que eu procuro transmitir com meus trabalhos. Só tenho a agradecer, e digo que serei um habitante frequente do recinto. Estarei por aí sempre que puder.
Ai, quantos curiosos… mas num ambiente como o Alpha, os curiosos se alimentam de muita conversa boa mesmo.
E como diria uma amigo nascente e vivente no Crato (CE):
“E tome festa!”
Tin tin!
Um brinde.
Que, mesmo distante,
esquente!
Parabéns Alpharrabio!!! Aos maiores a maioridade!
É… admito: fiquei com inveja.
Com carinho e admiração,
Silene
PS: Aguardo a dos 20!
Parabéns Dalila e a todos que contribuiram pra que essa festa ficasse tão perfeita e agradável!!!
Acho sempre um privilégio cantar para seu público.
Falo em nome também do Grupo Lúmen(Cleber Silveira, Cris Fratta, Jane Moran e Tábata Lasso)
Beijos e sucesso sempre!!!
Beth Caram
Olá minha cara cunhada
quero aqui me expressar
sinto no blog que vejo
o seu sorriso se alargar
e aqui de coração partido
por ai não poder estar
felicidades ao Alfarrábio
por sua maioridade alcançar
não foi realmente pela chuva
pois até que dela gostamos
foram os compromissos e lida
que aqui nós enfrentamos
a chuva seria um presente
que aqui nós desejamos
pois o calor é muito forte
e com ela nos refrescamos
parabéns, meus parabéns
a todos quero eu dar
a quem faz o Alfharábio
e a qem dele sabe cuidar
o ambiente é agradável
vale a pena passar por lá
lá fazemos amigos
lá podemos saldar
saldar a quem faz poesia
e quem sabe também cantar
são artistas e pessoas simples
autoridades que passam por lá
eu me orgulho e confesso
pois, já estive por lá
confesso que tinha vontade
desta festa participar. Abraços,
Edmilson Nunes, Fortaleza, CE
Cara Dalila, daqui de Ribeirão Preto envio um IMENSO abraço a você e a toda comunidade alpharrabiana – da qual, ainda que de uma forma muito tímida, sinto fazer parte – pelos 18 anos deste templo da cultura andreense!
De coração: tenho muito orgulho da Alpharrabio e, é claro, de você fazerem parte da história da minha Santo André!
Que venham muitos outros 18 anos…
Ivan Savioli Ferraz
(um andreense pelo mundo)