Construir leitores é tarefa de engenharia humana. A ela é preciso acrescentar alguns ingredientes, quais sejam: comunicação fácil com os pequeninos e, sobretudo, paixão e a certeza de realmente contribuir de alguma forma para a formação de cidadãos leitores futuros (e de agora, claro).
As sementes estão a brotar, radiosas, desse projeto que nasceu do entusiasmo e cresce na certeza do acerto. No último sábado, 22.05, as “tias” Penélope (a escritora) e Suca (a contadora), ambas animadoras, botaram os pequenos e os grandes em grande estado de participação e criatividade. A “tia” Criz não veio, mas foi lembrada.
Sementes que hão de germinar.
Abaixo flagrantes clicados pela “tia” Maninha. A pipoca ficou por conta da “tia” Eliane, ambas igualmente entusiastas da atividade.
as animadoras
a contadora de “A dona dos ovos”
a interatividade dos grandes e pequenos,
envolvidos nas artes da leitura e criação, azáfama coletiva
mas que requer concentração individual
e pose coletiva a mostrar o resultado
posteriormente exibido – história ouvida, história assimilada, história recriada







Caetano, por favor cante para nós aquela sua “Garota…”.
-“Olha que coisa mais linda. Mais cheia de graça”(…)
- Obrigado, Caetano. É essa mesma, a canção que me lembrei quando vi este post com essa meninada e essas garotas (en)cantadeiras e fazedoras de estórias, criando história em janela aberta para um futuro tão risonho, tão promissor.
P.s. Adorei o pormenor da panela de ferro.
Com tanto ingrediente bom que há por aí (comunicação, generosidade, paixão, arte), fico imaginando um pitéu que se cozinhará dentro desse caldeirão?!
Foi maravilhoso sábado passado!! Muita energia extra psitica para o Alpha e para todos que por ali passam (e ficam). Até Caetano cantou a Garota de Vinícius de Moraes (rs), mas este salada foi proposital na alegria de ambos. Beijosss,
Estou a construir uma nova série de trabalhos. E agora me veio uma palavra que caberá bem em um deles: Generosidade (de verdade).
Beijo e obrigada por me lembrarem.
Oh meu amigo Valdecírio, “atão” eu aqui sentindo tanta saudade e o senhor aí sentadinho sem dizer nada, eiii?!
Hummm, estava demasiado embevecido com a meninada e com as garotas ou estava a ver se eu não reparava em si?
Mas só para que saiba, afinal o barulhinho do seu silêncio sempre chegou até aqui (rsrs).