Desde o último dia 10 de junho, a atmosfera do Alpha mudou. Saíram os casulos e os pássaros da arte transcendal e diáfana de Bia Toth, entrou A Simetria do não lugar de Júlio Cesar Rossi, um conjunto de trabalhos fotográficos que parte de um olhar do artista sobre “suspeitos” lugares da cidade ainda não nomeados e muito menos registrados mas que, processados, revelam “lugares” de uma beleza insuspeita. O não-lugar em arte transformado.
quem, afinal, se importou com o frio de 8 graus, se aqui a cumplicidade (e o vinho) tanto aquecem?
No calor e entusiasmo dos presentes, a anfitriã recepciona e apresenta
a curadora fala da proposta em revelar jovens talentos
o criador (aqui à frente da “criatura”) fala dos passos e do propósito no processo artístico)
os convidados ouvem e participam, opinam, perguntam – arte em permanente movimento
arte em quadradinhos, luvas – convite à interação
aceito, prontamente, com seriedade e devoção
fragmentos alinhados por várias mãos formam conjuntos, outra arte (como diria Pedro Martinelli, “arte de quem”?)
arte que suscita conversas
e conversas
e trocas e parcerias artísticas
e fruição estética (aqui, a galerista investiga o novo e pondera…)
enquanto a fotógrafa em plantão permanente (luzia maninha) tudo registra e cria outras simetrias do lugar
inclusive, aquele olhar mais demorado, indiferente ao frio, à saída (arte para guardar)














Aqui tudo é pretexto para celebração: o frio, porque tem o vinho, o calor porque tem a cerveja. E todos harmonizam muito bem com o nosso trabalho.
Obrigada Dalila pelas palavras e à Maninha pelas imagens.
bjs
Parabéns Júlio, Criz e Dalila! E ao Alpharrabio em geral. Tem sido muito bom participar das celebrações, mesmo no meu caso, que bebo apenas Del Valle.
Obrigado por tudo!
Abraços,
Gostei muito da sua exposição. Soluções muito boas foram propostas para resolver as questões levantadas em “Simetrias do não lugar”.
Parabéns